P.S Galeria apresenta coletiva de artistas

Com uma proposta inovadora, a P.S. Galeria, comandada por Maria Miriam Arruda e Patrícia Salvador, foi inspirada nas arrojadas galerias novaiorquinas, mixando artes plásticas, antiguidades, decoração, botânica e moda. Amo! E para comemorar um ano de atividades em Belo Horizonte, a nova casa apresenta a exposição Arte em Movimento, em 2 de fevereiro, coletiva envolvendo artistas com vários estilos, que expuseram seus trabalhos no local em 2018, além de estreantes. Confira:

Os convidados são Adauto Venturi, Ana Bárbara Alvarenga, Bráulio Bittencourt, C. Gusmão, Dulce D’Assunção, JB Lazzarini, Joseph John, Luisa Dequech , Marcus Amaral, Renan Florido, Roberto Penna e Willi de Carvalho.

Adauto Venturi foto divulgação (2) (1)

Adauto Venturi é um autodidata em formação contínua, cujos conhecimentos são absorvidos através de um aglomerado de interesses acerca do mundo, que influenciam seu aprendizado. E o levam a trabalhar com diversas técnicas e materiais, construindo imagens que se relacionam com a arte contemporânea, além de estabelecer conexões com os tempos antigos.

Ana Bárbara Alvarenga foto divulgação

Mineira de Itabira, Ana Bárbara Alvarenga é economista, mestre pela Universidade Federal de Viçosa, já trabalhou no governo de Minas Gerais e lecionou na Universidade Una. Em 2006, seguiu para a Inglaterra em busca de técnica para sua carreira artística, tendo se graduado em desenho artístico no Community College Hackney. A partir de 2011, quando volta ao Brasil, sua produção ganha força e dimensão. Na procura de aprimoramento, fez alguns cursos no Parque Lage. Sua última exposição foi uma coletiva, em 2017, na mostra decorativa Morar Mais por Menos.

Bráulio Bittencourt foto divulgação

Bráulio Bittencourt tem sido apontado como artista que celebra a vida e poeta das cores. Sempre em busca da beleza e da estética, seu segredo, segundo ele, é “pintar com amor”. Com uma trajetória ascendente, nos últimos dois anos venceu quatro editais culturais para exposições individuais em locais de grande prestígio, incluindo centros culturais do Sesi e Congresso Nacional, além de participar de inúmeras coletivas no Brasil e no exterior, como Paris, Roma, Viena e Zurique. Para este ano, foi convidado para expor em Londres, Hong Kong e Dubai. Com a exposição Paralelo Quântico, inaugurou a P.S. Galeria, em 2018.

Dulce D'Assunção foto divulgação

Dulce D’Assunção, nascida em Uberaba, participou dos cursos livres de artes, geração 1980, no Parque Lage (RJ) e cursou Artes Visuais na Universidade de Brasília (UnB). Desde 1985 expõe seus trabalhos no Brasil e no exterior. “Minha forma de trabalhar baseia-se na construção de obras que considero abstratas e contemporâneas e que mesclam o uso de materiais e elementos provenientes da própria natureza com aspectos estéticos e de design de ambientes”, explica. No Atelier D’Assunção, em Belo Horizonte, usa sua criatividade para fazer pinturas, esculturas, objetos e cerâmicas.

JB Lazzarini foto divulgação (1)

JB Lazzarini está no mercado há quase 20 anos. Seu talento vem sendo lapidado desde a infância, quando começou a ensaiar alguns desenhos. Passou pela Escola Guignard para se aprimorar e conseguiu um lugar de destaque na cena artística com seus geométricos coloridos. Nas telas que assina são encontrados elementos da natureza, poesia, música e formas concretas. O artista plástico Miguel Gontijo escreveu um texto cujo título traduz bem as obras do artista: “JB Lazzarini, um verso de cor”. Ele diz ainda: “A pintura de Lazzarini é uma forma de lucidez esplendorosa. Uma ausência de melancolia, um deslizar do sentido nessa superfície que é sempre o lado mais visível e direto de uma pintura…”.

Joseph John foto divulgação

Joseph John é uma novidade na cena artística de Minas Gerais, embora não seja estranho no mundo da arte. Ele começou a desenhar, criar, e construir com menos de cinco anos de idade. Teve sua formação acadêmica em ciências libertárias (Liberal Arts) e, depois, em arquitetura, em Nova York, além de estudos na Suécia e França. Nos últimos anos, Joseph divide seu tempo entre Beagá e Brooklyn. Um artista multifacetado, trabalha com desenho, pintura, escultura, instalação e intervenção urbana. Já participou de várias coletivas na capital mineira.

Luisa Dequech foto divulgação

Luisa Dequech fez um curso rápido de desenho na Guignard e, a partir de então, deu início à sua carreira. Apesar de ter sua formação acadêmica em business, MBAs e cursos no exterior, atualmente trabalha exclusivamente como artista plástica fazendo do seu hobby de criança uma profissão e maior paixão. Seu estilo tem um pouco de cubismo e fauvismo. Luisa gosta do abstrato misturado com figuras e telas geométricas e trabalha com óleo, acrílico, aquarela e nanquim, usando sua criatividade e inspiração na combinação de cores e formas. Neste tempo, participou de exposições em Belo Horizonte, Rio de Janeiro, Nova York e Helsink.

Marcus Amaral foto divulgação

Marcus Amaral, engenheiro e artista plástico, passou pelo curso de Belas Artes da UFMG por dois anos, nos anos 1980, onde teve contato com grandes mestres e artistas. Apesar de não ter concluído o curso, a experiência foi vital para sua carreira. Desde então realizou várias exposições: em 2016, seus trabalhos foram selecionados para uma mostra na Casa Fiat de Cultura; em seguida, apresentou 82 trabalhos no Museu Inimá de Paula. No ano passado, passou pela P.S. Galeria expondo obras novas e antigas. Na coletiva atual, apresentará alguns novos trabalhos com novas técnicas e utilizações de objetos e materiais que abandonam suas funções para compor telas-esculturas.

Renan Florido foto divulgação (2)

Renan Florindo é um artista capixaba que reside há cinco anos em Beagá e vem utilizando as redes sociais para expor suas criações em modelagem e escultura. Seu principal projeto, intitulado Corações de Florim, exibe a bomba cardíaca transmutada e ressignificada, materializando a emoção e abrindo um canal de comunicação acerca da empatia e de sua importância no cotidiano. Autodidata, Renan morou na zona rural, no interior do Espírito Santo, até os 17 anos. A arte surgiu aos sete anos, quando teve acesso à massa de modelar: começou modelando personagens de animações. Mais tarde, com auxílio da mãe, criava pequenas peças e chaveiros para vender na escola, o que o ajudou a custear os estudos no curso de farmácia, na Universidade Federal do Espírito Santo. Veio para a capital mineira para um mestrado em neurociências, na UFMG, mas nunca abandonou a arte.

Willi de Carvalho foto divulgação

Willi de Carvalho nasceu em Montes Claros e vive e trabalha em Belo Horizonte há muitos anos. Participou de mais de 200 exposições coletivas, destacando as mostras da coleção de arte do banco México Banamex em países ibero-americanos e realizou 47 exposições individuais pelo país, além de apresentar suas obras em Bruxelas, na Maison de L’Amerique Latina. O artista trabalha com diversos materiais, também com reciclados, utilizando a técnica tridimensional. Ministrou várias oficinas de estandartes sacros e carnavalescos, miniaturas em caixa de fósforo, máscaras, entre outras, pelo Brasil.

IMPERDÍVEL!

 

 

SERVIÇO

Coletiva Arte em Movimento

Inauguração: 2 de fevereiro – 14h

P.S. Galeria

Rua Antonio de Albuquerque, 911

Funcionários – Belo Horizonte

Fone: 31.3223.8329

Fotos divulgação

 

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